Uma das advogadas do pastor George Alves informou, na tarde desta terça-feira (8), que a defesa não deve pedir autorização da Justiça para que ele saia da prisão para o enterro do filho e do enteado dele. As crianças morreram carbonizadas em um incêndio no quarto delas, em Linhares. O pastor foi preso durante as investigações do incêndio que matou os irmãos.
O incêndio que matou Joaquim e Kauã aconteceu na madrugada do dia 21 de abril, na casa da família. O pastor George Alves era o único que estava na casa no momento do incêndio e disse ter tentado salvar as crianças.
A advogada dele informou que o pedido de saída para o enterro não deve ser feito por uma questão de segurança, e que não deve acontecer um velório. Os corpos de Joaquim e Kauã já foram reconhecidos por meio de DNA no Departamento Médico Legal (DML) de Vitória, e serão levados para Linhares.
Para o enterro, a pastora Juliana Salles, mãe das crianças, deve pedir escolta policia também por questões de segurança, informou a advogada.
Nesta segunda-feira (7), o chefe da Polícia Civil do Espírito Santo, Guilherme Daré, afirmou que está em fase final a perícia do caso. Ele esteve em Linhares, nesta manhã, onde se reuniu com o secretário estadual de Segurança, Nylton Rodrigues, e outros delegados. A reunião durou uma hora.
Fonte da Notícia:
G1 ES